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2 de setembro de 2013

Reformador – Edição de Setembro 2013 – Editorial

2013_Setembro_Editorial

O mundo atual oferece novos cenários e perspectivas para a juventude: o amplo e precoce acesso às várias formas de mídia, maior acessibilidade ao meio universitário, bem como as preocupações com o preparo profissional e o ambiente de competitividade, ambiências de diversos contextos familiares, manifestações mais espontâneas e abertas, reflexos da chamada globalização, e maior exposição a riscos e viciações.

O século XXI se inicia com quadros e perspectivas muito diferentes dos vividos há poucas décadas. É com base nesta nova realidade, que precisamos analisar o tema juventude no seio da Seara Espírita e da sociedade em geral.

Reflexões, análises e reestudos de situações são necessários para se viabilizar a inserção do jovem no Movimento Espírita. Isto significa a integração do jovem nas instituições espíritas aproveitando seu potencial, superando os prejulgamentos com base em experiências, geralmente alimentados por antigos preconceitos relativos à faixa etária.

A base educacional familiar, reforçada pelo favorecimento de orientações e de disponibilização de atividades concretas no Movimento Espírita, constitui forte e marcante preparo do jovem para sua vivência na sociedade.

Em face dos debates da atualidade sobre o equivocado projeto de antecipação da maioridade penal, devemos compreender que o meio mais eficaz para a redução da criminalidade será sempre o da profilaxia de eventuais enganos e erros, com base na proposta educacional, que enfatize a ética, a moral e a religiosidade.

Allan Kardec deixa claro: “Se a ordem social colocou outros homens sob a sua dependência, trata-os com bondade e benevolência, porque são seus iguais perante Deus. Usa da sua autoridade para lhes levantar o moral, e não para os esmagar com o seu orgulho”.1

A propósito, Emmanuel comenta: “O moço poderá e fará muito se o espírito envelhecido na experiência não o desamparar no trabalho”. E, com base na II Epístola a Timóteo (2:22), conclui: “A mocidade poderá fazer muito, mas que siga, em tudo, a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor”.2

1KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 4. ed. 1. imp. Brasília: FEB, 2013. Comentário de Allan Kardec à q. 918.

2XAVIER, Francisco C. Caminho, verdade e vida. Pelo Espírito Emmanuel. 5. imp. Brasília: FEB, 2013. cap. 151.

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