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2 de outubro de 2013

Reformador – Edição de Outubro 2013

2013_Reformador_Outubro

A declaração em epígrafe foi escrita por uma jovem espírita brasileira de 19 anos.

A simplicidade e a profundidade da metáfora utilizada mostram-nos a relevância da Doutrina Espírita nas mentes e corações juvenis, convidando-os ao autoconhecimento, à reforma íntima e à formação de pessoas de bem, mediante a “lâmpada” espírita que esclarece e consola.

Conforme Fernanda bem expressa, “a lâmpada não vai arrumar essa bagunça”, porém, mostra o que precisa ser feito, as necessidades que estão em fase de aperfeiçoamento e os talentos que se potencializam.

No primeiro semestre de 2013, em enquete realizada no site do DIJ/FEB, do qual participaram 1.072 jovens de todos os Estados do Brasil, foi-lhes perguntado o que os motiva a participarem de um grupo de Juventude/Mocidade no Centro Espírita, solicitando-lhes assinalarem os tópicos a seguir descritos, por prioridade:

Encontrar com os amigos;

Buscar respostas para os desafios da vida jovem;

Adquirir conhecimento sobre a vida espiritual e a Doutrina Espírita;

Participar de trabalho voluntário;

Atender a orientação de sua mãe, pai e/ou responsável.

O resultado da enquete apresenta dados interessantes e muito significativos àqueles que organizam e desenvolvem ações para a Juventude/Mocidade Espírita: 70% dos jovens apontaram como primeira opção “Adquirir conhecimento sobre a vida espiritual e a Doutrina Espírita”. Como segunda opção, 38% dos jovens marcaram o item “Buscar respostas para os desafios da vida jovem” e, como terceira opção, o item de maior frequência foi “Encontrar com os amigos”, 37%.

Tais dados nos apontam que os jovens procuram os centros espíritas em busca de conhecimentos doutrinários que, adequadamente contextualizados, favorecerão encontrarem respostas para os desafios da vida jovem. Nesse processo, faz-se evidente o fortalecimento dos vínculos de amizade e a ampliação de sua rede social e afetiva, reconhecendo a instituição espírita como espaço privilegiado de estudo e de confraternização.

As percepções apresentadas convidam os colaboradores das ações espíritas a organizarem e desenvolverem espaços de estudo e confraternização que primem pela fidelidade doutrinária, pela qualidade metodológica e pelo zelo relacional que devem permear todos os encontros e momentos nos centros espíritas. O sentido dos ensinamentos espíritas para a vida jovem se alcança com a necessária contextualização dos temas, promovendo a reflexão crítica da realidade à luz da Doutrina Espírita e atitudes que abranjam o pensar, o sentir e o agir coerentes com a vivência cristã.

Nesse sentido, o Espiritismo deve atingir “a cabeça, o coração e as mãos”2 dos jovens, na medida em que estes são convidados, diariamente, a adotar posturas diante da vida, respaldando suas ações em ideias e ideais.

Mensagens doutrinárias fundamentam tais reflexões, conforme apresentadas a seguir:

Sintetizando tais observações, destacamos relevante mensagem de Francisco Thiesen,3 ao afirmar que “o melhor método de construir o futuro é dignificar o presente e equipá-lo com valiosos instrumentos de conhecimento, amor e trabalho”,3 que garantirá às crianças e aos jovens a efetiva vivência espírita, fortalecendo-os como agentes ativos de auto aprimoramento e transformação social.

Retomando a metáfora da “lâmpada”, recordemo-nos de que todos os tarefeiros do Cristo, incluindo os evangelizadores e coordenadores de Infância e Juventude, agem como potencializadores da luz, representada pela Doutrina Espírita, constituindo ação de grande responsabilidade e beleza, sempre buscando a sintonia e a inspiração dos benfeitores espirituais.

Recordemo-nos das oportunas palavras de André Luiz, aos nos incentivar:

“Ilumina os companheiros da retaguarda e os vanguardeiros do Amor alimentar-te-ão a lâmpada.” (Mensagem Na educação cristã, livro Doutrina e aplicação, psicografia de Francisco C. Xavier.)

E que Jesus nos ilumine a todos!

1Fonte: Transcrição ipsis litteris da enquete virtual DIJ/FEB, abril a junho de 2013, com a participação de 1.072 respondentes.

2Filosofia pestalozziana de educação.

3Entrevista com Francisco Thiesen (Espírito) – 1997. In: DUSI, Miriam M. (Coord.) Sublime sementeira: Evangelização espírita infantojuvenil. 2. imp. Brasília: FEB, 2012. Resposta à quinta pergunta, p. 33.

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